Uma garrafa de cerveja.
O isqueiro eu já tenho. Traz só o fumo.
Alguma coisa para tirar essas camadas de rímel dos meus cílios. Como é? Demaquilante?
Senhor-cabelo-perfeito. Bobagem. Nada melhor que prender em uma colinha alta.
Aquela camiseta enorme que foi do meu pai, passou pelo meu irmão e chegou até mim.
Short? Calcinha. Mais confortável. Sexy? Não em mim. Nem sei como ser sexy.
Outra garrafa de cerveja.
Quem reclama por não ter namorado não sabe realmente o paraíso que é dormir em uma cama enorme e sozinha.
Porta da varanda aberta. Vento entrando carregando cheiro de grama.
Pernas esticadas. Cigarro em uma mão, cerveja em outra.
Frio. Fechar a porta.
Escorregar para baixo das cobertas.
Silêncio na minha mente.
Desejando não estar no paraíso que é dormir em uma cama enorme sozinha.
segunda-feira, 21 de outubro de 2013
domingo, 20 de outubro de 2013
No one will ever love him like I do.
Foram semanas intermináveis.
A pergunta era sempre a mesma: por que não escrevo mais?
Como se eu precisasse que alguém de fora respondesse.
Foram semanas intermináveis sem escrever apenas porque eu jamais escrevo quando as coisas vão bem.
A inspiração sempre bate à minha porta da forma mais estranha possível. Vem em forma de tristeza, frustração, ou simplesmente com a vontade de despejar em algum lugar aquilo que me tira o ar de uma forma não romântica.
Romantismo é para os fracos.
Estranho ouvir (ou ler) isso vindo de uma pessoa que ama tanto, pois eu não minto quando digo que o amor me cega.
É irônico eu achar o romantismo chato, quando na verdade eu amo alguém com cada fiapinho de esperança que eu continuo carregando durante todos esses anos. É irônico eu achar o romantismo chato, quando na verdade eu perco o ar quando ele fala comigo. É irônico eu achar o romantismo chato, quando na verdade eu daria tudo para poder entrelaçar meus dedos aos dele e sentir que tudo está bem.
É irônico eu continuar amando alguém que já não me ama mais. É irônico eu continuar amando alguém que já tem outra pessoa, mesmo quando eu imploro mil vezes às estrelas para estar no lugar dela.
É irônico eu saber que ninguém jamais vai amá-lo como eu amo.
É irônico eu continuar escrevendo sobre isso, sabendo que ele não vai voltar.
A pergunta era sempre a mesma: por que não escrevo mais?
Como se eu precisasse que alguém de fora respondesse.
Foram semanas intermináveis sem escrever apenas porque eu jamais escrevo quando as coisas vão bem.
A inspiração sempre bate à minha porta da forma mais estranha possível. Vem em forma de tristeza, frustração, ou simplesmente com a vontade de despejar em algum lugar aquilo que me tira o ar de uma forma não romântica.
Romantismo é para os fracos.
Estranho ouvir (ou ler) isso vindo de uma pessoa que ama tanto, pois eu não minto quando digo que o amor me cega.
É irônico eu achar o romantismo chato, quando na verdade eu amo alguém com cada fiapinho de esperança que eu continuo carregando durante todos esses anos. É irônico eu achar o romantismo chato, quando na verdade eu perco o ar quando ele fala comigo. É irônico eu achar o romantismo chato, quando na verdade eu daria tudo para poder entrelaçar meus dedos aos dele e sentir que tudo está bem.
É irônico eu continuar amando alguém que já não me ama mais. É irônico eu continuar amando alguém que já tem outra pessoa, mesmo quando eu imploro mil vezes às estrelas para estar no lugar dela.
É irônico eu saber que ninguém jamais vai amá-lo como eu amo.
É irônico eu continuar escrevendo sobre isso, sabendo que ele não vai voltar.
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